Operação prende 11 pessoas que vendiam drogas no Paraná em falso delivery 'Top Lanches'
Operação prende 11 pessoas que vendiam drogas no Paraná em falso delivery 'Top Lanches' Uma operação da Polícia Civil prendeu, nesta sexta-feira (3), 11 p...
Operação prende 11 pessoas que vendiam drogas no Paraná em falso delivery 'Top Lanches' Uma operação da Polícia Civil prendeu, nesta sexta-feira (3), 11 pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa que usava um falso serviço de delivery de lanches, chamado "Top Lanches", para vender cocaína em Toledo, no Oeste do Paraná. Segundo a investigação, o grupo recebia os pedidos e distribuía a droga por motoboys para dar aparência de legalidade ao esquema. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu no WhatsApp A ação faz parte da terceira fase da Operação Top Fake e cumpriu 26 mandados judiciais, entre prisões preventivas e buscas e apreensões, em Toledo, Cascavel e outras cidades da região. Quatro mandados de busca também foram cumpridos na Penitenciária Estadual de Cascavel. Entre os presos está o homem apontado como gerente operacional e financeiro da quadrilha. Conforme a Polícia Civil, ele administrava a contabilidade, criava empresas de fachada para lavar dinheiro e respondia diretamente ao chefe da organização, que continuava comandando o tráfico de dentro da prisão. Quadrilha vendia drogas em delivery Polícia Civil do Paraná Também foram presos suspeitos responsáveis pelo armazenamento das drogas e pela logística das entregas. Além dos alvos dos mandados, outros três homens foram presos em flagrante por armazenar entorpecentes. Os policiais apreenderam porções de cocaína e maconha, muitas delas fracionadas para venda. Cerca de 100 policiais civis participaram da operação, com apoio da Polícia Penal, do canil da Guarda Municipal de Toledo, do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFron) e do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv). Segundo a Polícia Civil, as buscas na penitenciária tiveram como objetivo identificar pessoas suspeitas de facilitar a entrada de celulares e drogas na unidade, permitindo que o grupo continuasse atuando mesmo com integrantes presos. As investigações começaram em 2024. Desde então, foram cumpridos mais de 50 mandados judiciais e realizadas 35 prisões preventivas relacionadas ao caso. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar e responsabilizar todos os envolvidos. Leia também: Golpe Grindr: Homem marca encontro no Paraguai, é sequestrado e tem prejuízo de R$ 100 mil Cúpula do Mercosul: Presidente do Paraguai compara abertura da Ponte da Integração no Paraná com Estreito de Ormuz Morto por amigo: Vídeo mostra discussão por batidas no portão de casa antes de policial ser assassinado VÍDEOS: Mais assistidos do g1 Paraná Leia mais notícias em g1 Oeste e Sudoeste.